Coronista Subtil
Boa noite caros bloguistas, começa uma nova fase deste blog. Um blog com esta reputação não fazia sentido nenhum se não fosse para toda a gente, dependentemente da sua sexualidade.
Chamo-me Daniel Lowring e venho aqui expôr dúvidas; respostas; opiniões; circunstâncias e muito mais temas.
Em pleno século XXI acho que já não faz sentido falar do passado da Homosexualidade, mas sim do presente. Por isso para primeira crónica penso que o tema mais apropriado será a "Adopção por casais homosexuais" um tema que tem causado muita discordia.
(Gostaria de avisar que o que escrevo nesta crónica é a minha visão, estamos em democracia logo estarei sempre a berto para novas opiniões sejam elas contra ou a favor das minhas. Comentários impróprios não serão respondidos.).
Em pleno século XXI acho que já não faz sentido falar do passado da Homosexualidade, mas sim do presente. Por isso para primeira crónica penso que o tema mais apropriado será a "Adopção por casais homosexuais" um tema que tem causado muita discordia.
(Gostaria de avisar que o que escrevo nesta crónica é a minha visão, estamos em democracia logo estarei sempre a berto para novas opiniões sejam elas contra ou a favor das minhas. Comentários impróprios não serão respondidos.).
A Adopção Por Casais Homesuxuais
Eu não concordo com a adopção por casais do mesmo sexo, porque acho que uma criança deve ter uma figura masculina e femenina, pois só assim terá um equilibrio na sua vida. Não estou aqui a pôr em causa a sexualidade de ninguém, pois sei que há muitos casais homesexuais que dariam uma vida mais estável a uma criança do que alguns hetrossexuais. E Vocês perguntam então e aqueles casais que estão separados? Mesmo assim as crianças não convivem permanentemente apenas com um só sexo, pois pode ter avós, ou então a figura oposta nem que seja aos fins de semana. Uma criança dever ser protegida logo desde o início da sua vida, principalmente pelos seu direitos, só os casais hetrosexuais é que podem reproduzir e como tal acho que uma criança tem todo o direito de ter os dois tipos de sexo como figuras de crescimento.
Esta é a minha opinião, agora gostaria de saber a vossa.
Esta é a minha opinião, agora gostaria de saber a vossa.
Obrigado e ...
Um adeus subtil!
Daniel Lowring
Daniel Lowring


6 comentários:
sem quebrar a opinião de ninguem... e ja' que este mundo repete sempre a mesma frase : " o superior interesse da criança", o que eu gostaria realmente de saber, é o que é o superior interesse da criança... porque na perspectiva de cada um pode ser inumeras, senão infinitas coisas...
depois e reportando-me ao post... a minha opinião não é ainda definida sobre o assunto, mas no meu entender... não se trata da presença feminina, nem masculina sempre por perto... porque quer queiramos quer não, ela existe sempre... mais ausente, mais presente existe no quotidiano da criança.
a questão trata-se de práticas educativas... será um pai e uma mãe iguai na educação que dão ao(s) seu(s) filho(s)? NÃO. quer queiramos, quer não, são diferentes. e assim sendo esterão os casais homossexuais (femininos ou masculinos) preparados para conseguir dar esse "segundo lado ausente"? é esta a questão. porque uma criança não é um animal que adoptamos ali numa acção de solidariedade... é muito mais que isso... é alguém passivel de cumprir regras em sociedade e objecto de avaliação pelos outros e a NOSSA sociedade não está preparada para isto.
temos a mania... de esteriotipar e engradecer os GENEROS , ou SEXOS, o que for....
o que tem as pessoas medo? que os homens façam mal a criança? ( há que ter atenção que os homens são mais frontais e as mulheres mais minuciosas....) que o mundo se torne todo homosexual? que as crianças nã sejam felizes?
sinceramente... resolvam-se primeiro OS PROCESSOS DE ADOPÇÃO neste país, para todos os pais... e depois então quando estes forem rápidos e as crianças encontrarem de forma mais rápida um caminho de bem -estar e felicidade, falemos de adopção de casais homosexuais... uma coisa de cada vez... !
é que quer-se sempre andar um passo à frente, sem se olhar dois atrás.... o que premeia os centros de crianças abandonadas e sem pais neste país ... que se violam e violam os seus próprios direitos.
É verdade cara amiga, por um lado tem toda a razão, por outro depende da maneira que se vê a vida. Mas eu por exemplo sou bisexual e digo-lhe que se um dia tiver um filho ou adoptar uma criança será com uma mulher, pois como homem e não machista digo que uma criança percisa muito mais de uma mãe do que de um pai, se bem que muitos homens são mais mães do que pais. Agradeço a sua opinião e espero que continue a frequentar o nosso recente blog. E as minhas crónicas claro!
Obrigado e ...
Um até já subtil!
Este assunto é muito delicado... eu acredito que não deve ser permitido a adopção de casais homossexuais.
Isto porque, está provado que 50% da personalidade, auto-confiança, auto-estima desenvolve-se entre os 6 aos 12 anos... E nesse sentido estas mesmas competências pessoais são adquiridas segundo duas "influências" 50% é inato (ou sejam são características que já nascem com cada um de nós) e 50% são influencias do meio exterior... Uma jovem rapariga, que cresça num meio familiar em que a mãe seja vitima de abusos fisicos e psicológicos por parte da pai, essa mesma jovem quando crescer e casar irá sofrer maus-tratos.... inconscientemente, claro, mas irá escolher alguem assim... pq? porque foi o meio em que cresceu e na cabeça dela, é o normal....
Transpondo estes conhecimentos para o caso de adopção de casais homosexuais, não.. sou contra, pq consciente ou inconscientemente irão influenciar as "tendências" e as escolhas dos jovens que adoptaram....
vera, segundo essa lógica do 50/50, tens de explicar esta questão: Qual a influência de um casal que veio do interior de Portugal para uma cidade como Lisboa, pessoas religiosas conhecidos por serem humildes e generosos, contudo o filho deles tornou-se num ladrão, toxicodependente e que fala criolo (não sou racista, sou de família Angolana, apesar de saber muito poucas palavras, vejo rapazes que no seu seio familiar, nunca tiveram contacto com a cultura desse continente e sabem falar criolo) mas é para existir uma contradição geográfica.
Acho bem como a marie disse sobre primeiro temos de acertar a burocracia com os pais Hetero para poderem adoptar.
Porém não me oponho em nada a adopção por parte de casais Homossexuais, é verdade que as crianças podem sofrer problemas de inserção social, mas outra questão eu levanto, então um casal, dito, branco, adoptar um negro, ou vice versa? É exactamente o mesmo tipo de discriminação, porém nada invalida que a criança, caso seja bem educada, de se tornar uma pessoa bem sucedida. Quanto a mim talvez um casal homossexual até saberá educar, socialmente, bem melhor do que um casal conservador, isto porque seria contraditório este casal homossexual ser discriminador em relação a algo. Porém a probabilidade de um casal heterossexual, poder incentivar (mesmo inconscientemente) a criança a discriminar, é bem maior.
Outra questão que se coloca é toda a criança tem direito a uma família, se pensarem que uma família só serve para reprodução, então não sabem o que é realmente uma família, uma família é um grupo de pessoas que se apoia, educa, protege, cria laços familiares, sentimentos uns pelos outros e que acompanha a evolução das pessoas.
Outro factor e isto também se prende com a vontade de alguns sobre a realização de referendo para o casamento homossexual, vos digo, se não implica com a vossa vida, ou seja, se não são vocês que se vão casar com alguém do mesmo sexo, então não têm de forçar a vossa crença noutras pessoas.
Eu sou Heterossexual, para que conste.
Rabbit, vi o seu comentário e desde já agradeço a sua opinião. Mas em relação ao seu primeiro comentário acho que o crescimento desse rapaz não teve qualquer influencia dos seu pais no seu desenvolvimento, mas ao meio em que ele se encontra, depende da zona de lisboa, depende das companhias com quem anda. Ás vezes a influência dos amigoas e do meio são mais perigosas do que dos próprios pais, mas aí cabe a cada pessoa escolher o seu rumo. Neste caso um rapaz que viveu no interior do país e veio para lisboa é bem provável que se tenha fascinado com um novo mundo que poderá ser negativo ou não mas o facto é que as pessoas quando vêm algo de novo seguem sempre quem tem mais voto na matéria, não sei se me faço entender.
Em relação ao 2º comentário, ninúém está a pôr em causa se os casais homosexuais devem casar ou não, até porque isso já é uma lei aprovada. Eu por exemplo sou a favor que as pessoas é que sabem da sua vida, e por isso sou a favor do casamento, mas quando implica uma criança, que não tem opinião, que não tem a sua mente formada, aí já não depende das pessoas mas sim de nós todos (seres humanos) proteger o desenvolvimento do nosso país e com tal das crianças.
Obrigado por visitar o nosso blog...
E um até já subtil!
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